Sabe aquela sensação de desconforto? Uma angústia que você não sabe de onde vem nem por quê? Parece um aperto por dentro que sufoca e depois um vazio toma conta, não é mesmo?
Talvez tenha até vergonha ou receio, por achar que deveria saber como resolver sozinha e até tenta, mas se frustra e a situação parece escapar pelos seus dedos.
Muitas pessoas compartilham esses sentimentos e buscam formas de aliviar seus sofrimentos. A psicoterapia pode oferecer um caminho para encontrar estabilidade emocional e retomar o controle da sua vida.
Essa é uma das grandes contradições que muitas esposas expatriadas enfrentam. A mudança para outro país, acompanhando o marido em sua carreira crescente no exterior, é apresentada como uma grande oportunidade para a família, e realmente é, mas também traz inúmeros desafios adaptativos (culturais, familiares, pessoais, profissionais, sociais…).
É possível viver sem estar refém da ansiedade, da angústia ou do estresse que acompanham a adaptação a uma nova realidade.
Existem estratégias específicas para aliviar seus sofrimentos, promover estabilidade emocional e ajudá-la a retomar o controle da sua vida. Enfrentando desafios de adaptação em um novo país ou a distância no relacionamento, você pode encontrar o suporte seguro de que necessita.
Com o apoio de um bom terapeuta, essa jornada de enfrentamento certamente será mais suave, ajudando você a dar o primeiro passo na retomada do controle da sua vida emocional e familiar.
Se você se vê lutando essas batalhas, talvez você:

Esteja frustrada pela carreira que deixou para trás, ou por uma mudança na rotina que não te preenche como imaginou que preencheria

Esteja com dificuldade para manter o foco e fazer escolhas, com confusão mental e ansiedade paralisante

Se perceba impaciente ou deslocada no convívio social, optando por isolar-se

Lide com ausência de energia para fazer atividades de que costumava gostar e sentir prazer

Perceba seu relacionamento seguindo um caminho de distanciamento e conflito, que te fazem sofrer ou questionar suas escolhas

Sinta uma culpa, e não tem coragem de admitir, por não estar assim tão feliz quanto achava que deveria estar, pela grande oportunidade que a família recebeu, através do trabalho do marido

Seja invadida por pensamentos que “não foram convidados” para a sua cabeça, mas que prejudicam sua paz e parecem não ir embora
Reunião de 20 minutos, em média, para identificar as razões e necessidades da busca pelo processo terapêutico.
Onde são levantadas as queixas, os sintomas, contextualização, histórico e possibilidades de intervenção terapêutica
Definições e aplicação das técnicas que melhor se adequam às necessidades do paciente. Esse é o processo terapêutico propriamente dito
Processo de construção da autonomia do paciente para seguir sem o apoio do terapeuta, a partir dos crescimentos obtidos durante o processo
Psicóloga – Psicoterapeuta clínica para jovens e adultos e para esposas acompanhantes expatriadas. Atendimentos online e presenciais. Psicóloga com 20 anos de experiência, especialista em PNL ( programação neurolinguística) e nas abordagens TCC (terapia cognitivo-comportamental), terapia do esquema e psicologia intercultural. Vasta experiência, de mais de 15 anos, na área organizacional, gerindo área de pessoas e desenvolvimento humano nas organizações, com MBA em Gestao Empresarial e profundo conhecimento das relações profissionais, mundo corporativo e mercado de trabalho.
Talvez essa seja a palavra mais pronunciada pelos profissionais da psicologia… DEPENDE!
E é verdade! Depende, mesmo! Depende da demanda e sua complexidade, da disponibilidade emocional para a mudança e engajamento no processo terapêutico, da frequência às sessões acordadas entre paciente e terapeuta. Alguns processos duram poucos meses, outros duram anos. Alguns pacientes vêm por uma demanda específica e, sanada essa demanda, o processo é encerrado, outros, organizam a demanda inicial e escolhem seguir em outras. Uma informação é real: com 2 ou 3 sessões não temos, ainda, evolução terapêutica significativa. Esse é um processo que demanda calma, paciência e respeito ao tempo de acomodação emocional do paciente a cada etapa da jornada.
Não. Realmente a terapia é um processo ABSOLUTAMENTE sigiloso, e o terapeuta não pode tratar NENHUM conteúdo das sessões com outra pessoa que não seja o próprio paciente, mesmo que não seja ele o responsável financeiro.
Ao responsável financeiro, cabe apenas informar se as sessões estão acontecendo (frequência).
Sim. Atendo nas duas modalidades e conseguimos ter o mesmo resultado nos dois formatos, DESDE QUE sejam respeitadas algumas recomendações para o ambiente em que estarão terapeuta e paciente. Ambos precisam estar em um ambiente isolado, privativo e sem interrupções, para que não haja receio na quebra do sigilo.
A terapia online parece, realmente, mais fria e distante à primeira vista, mas, uma vez acontecendo a aliança terapêutica (identificação/ conexão do paciente com o terapeuta), o canal se torna irrelevante.
Mais uma vez… depende! 🙂 Depende não somente da competência do terapeuta, mas do engajamento do paciente ao seu tratamento. Nenhum terapeuta substitui a ação e comprometimento do próprio paciente. “Fazemos COM, mas não fazemos POR”.
A aliança terapêutica é um forte aliado nesse sucesso e ela poderá ser percebida logo nas primeiras sessões.
O paciente pode optar por fazer o pagamento por sessão ou por conjunto de sessões (a cada 4, por exemplo, com frequência de pagamento mensal em caso de sessões semanais)
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